sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Precisamos falar sobre o Kevin, Fim...

È só isso que eu sei. Que, no dia 11 de abril de 1983, nasceu-me um filho, e não senti nada. Mais uma vez, a verdade é sempre maior do que compreendemos. Quando aquele bebê se contorceu e meu seio, do qual se afastou com tamanho desagrado, eu, mas, naquele momento, isso me pareceu justo, Desde então, lutamos um com o outro, com uma ferocidade tão implacável que chego quase a admira-la. Mas deve ser possível granjear devoção quando  se testa um antagonismo até o ultimo limite, fazer as pessoas se aproximarem mais pelo próprio ato de empurrá-las para longe. Porque, depois de quase dezoito anos, faltando apenas três dias, posso finalmente anunciar que estou exausta demais e confusa demais e sozinha demais para continuar brigando, e, nem que seja por desespero, ou até por preguiça, eu amo meu filho, Ele tem mais cinco anos sombrios para cumprir numa penitenciaria de adultos, e não posso botar minha mão no fogo pelo que sairá de lá no final. Mas, enquanto isso, tenho um segundo quarto em meu apartamento funcional. A colcha é lisa. há um exemplar de Robin Hood na estante. E os lençóis estão limpos. 

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Acabei mais um...



PRECISAMOS 
FALAR SOBRE 
O KEVIN


Uma coisa é certa,
 a ligação de mãe e filho
é mais forte do que sentimentos e a razão.
Ao ler este livro consegui entender o lado da mãe,
 de uma forma que eu nunca,
 pensei ou cheguei a imaginar.
Aprendi muito sobre criação,
 sentimentos, como tratar e educar uma criança.
Posso ainda dizer que este livro foi,
 um dos mais marcantes da minha vida,
espero poder usar o conhecimento que adquiri com ele,
 futuramente na criação dos meus filhos .
Independente da tragédia citada no livro,
o lado humano e psicológico tratado na trama,
torna desse um romance impressionante.